segunda-feira, 22 de junho de 2009

*This fire burns inside*

Antes de tudo, claro que gostaria de dizer que apesar dos pesares, meu profº de matemática terá para sempre um espaço aqui --> s2

Aí eu agradeço a Deus =D Milagres não deveriam ser passados despercebidos ;)
*Preciso de música para prosear... Aliás, faz tempos que não me recluso e escuto música por um momento meu*

alguns segundos depois...

Eu ia prosear mas a prosa de mim se escondeu, só restou talvez, a filosofia, que de 'sofia' nada tem.
Mas... O que eu quero da vida? Qual o meu rumo? Estou na estrada que hei de seguir até o fim dos dias? O que faço... O que faço?
Quando criança tinha muitos sonhos, porque criança é expert em sonhar. Eu já sonhei em fazer música, cozinheira, jornalista, cientista, perfurmista, caixa de supermercado, uma sailor moon, ou grande.
Já quiz ser física, engenheira química, engenheira balística, assistente de necropsia, freira(eu tinha uns 6 anos claro), escritora, detetive, apresentadora de tv, veterinária, médica.
Já quiz ter um rumo, quiz ser perdida. Até ir pro sanatório como opção já foi bem-quista.
Ser florista, vendedora de sorvete na praia, alpinista, ginasta, artista, atriz, eu já quiz não querer mais nada. Já quiz abandonar tudo e ir pra rua. Ir para debaixo da ponte descobrir o que é o desapego.
Mas o desapego... O que é desapego? O que é a liberdade que a gente cisma em se apegar?
Sabe quando a gente é criança e vê em cada desafio um sonho? Eu fui assim, eu sou assim. Mas agora, com areia nas minhas mãos, eu vou à praia ou eu espero a maré subir?
Ir a forra... Ir a feira...
Sinto falta dos sonhos... É chato olhar pro futuro, olhar pros próprios pés e se perguntar: "Isso vale realmente a pena? Luto por isso por comodidade, para acabar com um fardo, ou simplesmente porque eu quero isso?"
Eu quero o quê?
Ah... conflitos internos são emocionantes não?
Faculdade disso, faculdade daquilo... Falta faculdade mental, mas isso é de praxe.
Não tenho certeza daquilo que quero ser, embora saiba o que sou e o que fui... É realmente necessário termos respostas sempre para tudo? Claro que não.
O problema na maior parte das vezes não é na resposta errada, e sim na pergunta errada...
Acho que a precipitação faz a vida encurtar, e nós sangramos aquilo amamos e fazemos, ao invés respirá-los...
Tudo que sei é que amanhã não importa, rsrsrsrs

Baby, baby... É que a claustrofobia da insustentável leveza do ser me abala seriamente...
(na verdade não abala não... mas me rende palavras.)

0 comentários: