
sábado, 29 de agosto de 2009
Planos

segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Divide...

segunda-feira, 27 de julho de 2009
Heavier Than Heaven

de conversa. Que julgar um livro pela capa não torna o julgamento errado, apenas impreciso e duvidável. Acho que todos já quiseram salvar o mundo com uma frase de efeito, inclusive a srta. que vos fala.
Que ninguém é insubstuível, nem uma memória, nem um sentimento, nem um acorde.
I Believe That Music Can Save Me From Fallin'
Que no fundo somos todos adolescentes bobos querendo conquistar nosso lugar ao sol e estamos a busca da felicidade.
Somos sábios enquanto nos voltamos para nós mesmos. Mas completamente levianos quando começamos a delimitar a verdade para outros, descobrimos que a sabedoria assim como realidade, assim como alma, por então é relativa.
Acho que ao achar muito me perdi em mim mesma, e desligo o aparelho que toca Nirvana(na foto está Kurt Cobain, ex-lider e tudo do Nirvana e sua filha) e vou ver House.
Descontraio a nostalgia para amolecer a minha filosofia, para que seja, como diria Vinicius de Moraes, eterna enquanto dure.
Ignorância
s.f.
1. Estado de quem ignora.
2. Falta de ciência ou de saber.
3. Incompetência.
sábado, 25 de julho de 2009
A Ficção
- Victória estava indo para sua aula de reforço quando percebe que o caminho que percorre está em obras. Mudou de rumo e foi pela Rua das Camélias. Andando com seu normal jeito de sonhadora, Victória, aspirante a primeira bailarina do municipal se quebra. Há muito tempo, Victória e Camila são amigas. Victória ama Camila e Camila ama Victória. Victória, a dos olhos azuis, sentava na beira do lago e por horas a fio devaneiava jogando pedras na água, contava seus segredos e besteiras a Camila, a dos cabelos negros, cinéfila que amava jazz e passava seus fins de semana com a avó que estava internada com linfoma, que também contava seus segredos e besteiras a Victória. Não existia amizade mais bonita que a de onze anos de V. e C. como não existia noite mais bonita que aquela de lua cheia e o céu cheio de pontinhos brilhantes, assim concordavam. Ali, na Rua das Camélias, no desvio que tomara, na porta de uma casa estava Camila e Diego, Victória de sobressalto se escondeu na esquina próxima aos dois para que não fosse percebida. Victória pedira que Camila ajudasse a conquistar tal garoto. Por noites e noites sonhava com ele, com seu cheiro, tentava adivinhar que filme gostava, que livros leria, que músicas apreciava, qual seu tipo de garota. Bum-Bum-Bum. Fazia seu coração acelerado, a rua estava silenciosa, era como se toda a rua tivesse calado a boca, seriam eles capazes de ouvir seus batimentos também? Camila, a amiga falava animadamente com o amor de Victória, seu sorriso era sincero, o de Diego era de apaixonado. Eles não desviaram o olhar um do outro uma vez sequer. Victória poderia jurar que se não estivesse com o coração na mão, estaria agora vendo uma cena de um filme de romance. Como poderia ela reparar que garoto da sua vida também era cinéfilo, também gostava de jazz, não tinha um parente com alguma doença, mas tinha altruísmo suficiente para quem dedicasse parte da sua vida a outra pessoa querida. Poucas palavras eram ouvidas vindo daquele casal que parecia tão a vontade só conversando. Palavras que a bailarina não queria ouvir como as similaridades entre os dois, ou as diferenças que se completavam. Estava ali na frente dela e ela tinha que admitir: "Eles fazem um bonito casal". Camila se despediu de Diego e pôs-se a andar na direção a qual Victória deveria ir, elas combinaram de se encontrar após a aula de física dela. Ele a observou até perdê-la de vista, o brilho continuava lá, nos olhos, na face, nos cabelos, ela podia ver que seriam felizes para sempre. Mas de repente caiu na real. As últimas palavras de Camila antes de se despedir de Diego fora: "Victória gosta de bolos. Você deveria levar minha amiga a uma confeitaria, ela iria gostar." Antes de entrar, ele tirou do bolso um livro, o mesmo livro que ela ouvira a amiga tagarelar durante duas semanas inteiras. Ele passou a anotar algo no livro, ela não acreditava que o mesmo hábito de Camila de escrever nas folhas dos livros ele também tinha. Ele entrou em casa, e ela foi pra sua aula, com ar de sonhadora e a consciência pesada.
L.
Ai esses contos...
Mas tanto faz no final não é? Essa mania da vida de querer ser ficção... Essa mania de adolescente de gostar de alguém e colocar sua vida em torno disso. Outro dia, colecionei mais uma conversa, que inspirou um pouco esse conto. Uma conversa entre minhas primas e uma amiga delas, claro que eu estava lendo aquelas revista de adolescente, escutando conversas de adolescentes e escutando, tá, não era música de adolescente, era algo que vinha da Holanda, mas não é meu ponto.
Me deu uma saudade de momentos que não tive, de suspiros que não dei, de oportunidades que não tive, tudo bem, admito, não tenho arrependimentos, mas admito que era legal viver há uns anos atrás. Ai adolescente tontos... Graças a Deus cresci. Será?
Bom, tenho uma caixa para levantar, as minhas interpretações estão comigo, não vou compartilhar, porque tuas razões, caro leitor(a) devem ser aquelas que tomas pelas mãos com tanto apreço que é quase cruel infectá-las com as minhas.
.Tenho contos melhores que esse, mas não tinha nada melhor pra postar : ).
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Cores novas (:
Mas a noite é uma criança. Qual o problema do rapidshare em baixar a 3ª temporada de House? Não sei, mas está me enchendo.
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Nesse meu tempo de silêncio, me reclusei para trabalhar, para lapidar alguns diamantes. Me retirei para voltar com algo que preste. Volto com contos, contos talvez com sentido. Mas talvez um conto seja igual a uma bala perdida, quando te acha fere, pode mudar uma vida ou pode acabar com a mesma. Mas uma bala perdida pode continuar para sempre perdida, se ela não te achar, pode achar outra pessoa, ou pode achar uma parede como alvo. Que respire ou seja de concreto, um conto acha seu destino.
L. (16/07/2009)
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Como já disse Chico Science: "Modernizar o passado é uma revolução musical. Cadê as notas que estavam aqui? Não preciso delas. Basta soar bem aos ouvidos."
Eis que basta que soe bem aos ouvidos, ele disse. Se não algo não te soa bem, talvez você esteja usando as notas que não precisa.
Acho que vou voltar a ler, tava mais produtivo xD
Se possível, e minha paciência permitir, eu posto uma resenha aqui^^
Boa noite pra quem dorme!

